Trabalhar em casa para muitos representa liberdade, mesmo que a disciplina seja um dos pré-requisitos para que a proatividade não seja afetada. A mudança de local de trabalho, assim como todas as mudanças de hábitos e comportamentos exigidos pelo momento, trouxe novas consequências como doenças, distúrbios e síndromes, como por exemplo a Síndrome do olho seco.

O home office para tantos trabalhadores já era uma realidade mesmo antes do cenário de pandemia. Porém, o termo tornou-se mais conhecido a partir do momento em que as empresas, por medida de segurança em saúde, precisaram indicar aos funcionários o trabalho remoto. 

A rotina mudou, e sua saúde ocular como está?

Checar as novidades no celular faz parte das primeiras atividades realizadas ao acordar. Em seguida, com a necessidade do trabalho remoto, liga-se o computador e inicia-se toda jornada de trabalho do dia. Nas pausas durante o trabalho, por que não mais uma olhada no celular? Antes de finalizar o dia, informar-se assistindo o telejornal ou relaxar assistindo a um filme ou uma série de tv. 

A rotina acima é a realidade vivenciada por aqueles que estão trabalhando home office, porém é facilmente perceptível o quanto o uso de telas está acentuado e isso pode ser bastante prejudicial à saúde dos olhos. Um grande exemplo disso é a Síndrome do olho seco. 

Saiba mais sobre os sintomas de olho seco 

A secura, o desconforto ocular, a sensação de algo no olho, tensão ocular, irritação ou vermelhidão são alguns sinais e sintomas do cotidiano, sendo assim nunca dever ser ignorados ou considerados como uma situação normal.

A Síndrome do olho seco é mais comum em mulheres, porém pode ocorrer em pessoas de ambos os sexos e em qualquer idade.

O home office tem acentuado os sintomas da Síndrome do olho seco, pois ao utilizarmos smartphones, monitores e outras telas eletrônicas a  tendência é piscar menos. Ou seja, se uma pessoa pisca em média 20 vezes por minuto, ao utilizar esses dispositivos, a pessoa chega a piscar em média 6 vezes por minuto. Essa alteração prejudica a qualidade dos componentes da lágrima e gera o estado de olho seco.  

Olho seco não tem cura, mas há tratamento 

Em primeiro lugar, o oftalmologista é o profissional qualificado para o diagnóstico da Síndrome do olho seco. Além da análise clínica, ele aplicará testes que medem a qualidade e a produção das lágrimas.

A Luz Pulsada Intensa (IPL) ou a termoterapia pulsada é utilizada para tratamento dos casos de sintomas mais intensos de olho seco. Trata-se de um método indolor e minimamente invasivo que auxilia na recuperação da parte oleosa da lágrima que a mantém estável, reduzindo a sua evaporação, que é o principal mecanismo da síndrome do olho seco .

Outros métodos ajudam a aliviar os sintomas da Síndrome do olho seco, sobretudo o principal é piscar. É interessante organizar sua rotina de home office com momentos de pausa, seja para se alongar, seja para beber uma água ou dar uma caminhada pela casa. Nesses momentos fique longe das telas! 

Como evitar a síndrome do olho seco

Para atenuar ou prevenir a Síndrome do olho seco, podemos aplicar o método de descanso visual, a Regra dos 20-20-20. De acordo com esta regra, a cada 20 minutos deve-se fazer uma pausa e focar o olhar em um ponto fixo com distância de 6 metros por 20 segundos. Objetivo da técnica é reduzir o cansaço ocular e melhorar o desconforto causado pelo uso prolongado das telas.  

Você também pode melhorar a umidade do ambiente de trabalho para combater a Síndrome do olho seco. Para isso, indica-se fazer uso de um umidificador de ambiente ou até mesmo um vaso com água, no local de trabalho. Ou seja, se 70% do nosso corpo tem água, não se esqueça de beber bastante líquido.

Além do descanso ocular,  é importante lubrificar com frequência seus olhos com colírios adequados, porém você só deve utilizar aqueles prescritos por um oftalmologista. Sendo assim, você também precisa garantir que está utilizando óculos e lentes com os graus corretos. 

A Le Visage é especialista em diagnóstico e tratamento da Síndrome do olho seco. Gostou do conteúdo e ficou interessado em marcar uma consulta? Entre em contato pelo telefone: (83) 99171-8118 ou WhatsApp: (83) 2182-9715. 

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